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O Amor e Outras Doenças

Flerte é Oscar Freire. Amor é 25 de Março.

Fiquei horas refletindo e buscando explicações sobre o amor. No fim das contas concluí que amor é uma coisa pessoal. É como fio dental: embora nos ensinem a usar, a gente acaba adotando uma maneira própria e mais eficiente de meter entre os dentes.

É claro que existem explicações mais sensíveis, especialmente se lidas ao som da música certa. Amor é como cachorro quente e quanto mais ingredientes extras, melhor. Esqueça ketchup, a mostarda e a maionese. Inclua confiança, admiração e respeito. Pronto! A receita renderá infinitas porções, daquelas que a gente come e lambe os dedos.

Quando o assunto é amor, também existem histórias melancólicas. O cinema que o diga! Quando adicionam saudade ao roteiro, a lágrima do expectador é presença garantida e não há pipoca que baste.

Isso porque só falamos do amor romântico, mas também tem outros tipos, daqueles que a gente sente naturalmente, tão espontâneos quanto um espirro: amor de mãe, de pai, de irmão, de amigo, de tio, de filho.

 

Amor são mãos dadas, mas também são mãos inquietas, separadas por milhares de quilômetros ou por circunstâncias da vida.

Amor é aquele tapa não dado na hora da raiva, o insulto não proferido na última briga. Tem a ver com a raiva, claro que tem! Quem nunca provou café sem açúcar não sabe a sorte que tem ao receber uma xícara adoçada.

Amor é tudo isso e deve ser nada disso. Evolui e retrocede (depende de como você o alimenta). É uma coisa que não é coisa, uma sensação que às vezes dói porque a gente não sente.

Amor é treta. É complicado. É complexo. É fleumático. Todo mundo sente, poucos entendem e ninguém sabe explicar.

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